Jornada Fotográfica

Retrospectiva 2025 em Brasília: a carta do céu, dos ipês e da lua

A retrospectiva de 2025 nasceu de um desejo simples: transformar Brasília em um convite à pausa. Um ano inteiro de paisagens que só existem por instantes — um nascer do sol que muda de ideia em segundos, o dourado dos ipês por tempo limitado, e a lua que, aqui, não “nasce”: ela estreia.

Obrigado a cada pessoa que parou para ver, salvar, comentar e compartilhar. Em 2025, somando os alcances apresentados no relatório, chegamos a aproximadamente 9,1 milhões de alcance; e, somando interações e engajamento, passamos de 1,1 milhão de respostas do público. A maior parte desse resultado veio de forma orgânica, construída na confiança e no olhar.

Texto narrado (na íntegra):

Eu sou Brasília.
Muita gente me chama de fria… planejada… distante.
Mas quem diz isso é porque me atravessa com pressa — olhando só pra frente.
E eu… eu aconteço é pra cima.

Eu passo o ano inteiro te oferecendo paisagens que só existem por instantes.
Um nascer do sol que muda de ideia em segundos.
Um pôr do sol que se despede antes de você abrir a câmera.
E uma lua… que não nasce. Ela estreia.

Te mostrei o céu pesado que vira tempestade.
Te mostrei o azul limpo que acalma.
E, quando ninguém esperava, eu vesti minhas ruas de ouro —
porque os ipês sabem de um segredo:
beleza não pede licença… beleza passa.

Em 2025, mais de nove milhões de olhares cruzaram o meu céu pela tela.
E mais de um milhão respondeu — com toque, com pausa, com emoção.
Não porque eu precise de números…
mas porque eu reconheço um sinal:
ainda existe gente que para para ver.

Então eu te peço só isso:
na próxima vez que a luz mudar, não corre.
Respira.
Olha pra cima como quem volta pra casa.

E se esta carta te alcançou em um dia difícil, compartilha.
Não por mim.
Por alguém que você gosta — e que anda vivendo rápido demais
pra perceber que o céu ainda está acontecendo.